13/08/2010

O presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros, Mozart Valadares Pires, ao dar entrevista ao Jornal O Estado de São Paulo, sobre a decisão do Conselho da Justiça Federal (CJF) em relação ao uso abusivo de carros oficiais, limitou-se a analisar o caso que envolve o Tribunal Regional da 3ª Região.

O esclarecimento se deve às críticas do presidente da Associação dos Magistrados do Paraná (Amapar), Gil Guerra, quanto ao "tom generalista" que o presidente da AMB teria adotado na entrevista àquele veículo.

Não houve generalizações ou tentativa de jogar todos os tribunais na vala comum do mau uso da coisa pública, como afirma o próprio magistrado Guerra em entrevista cedida posteriormente ao site Consultor Jurídico.

"Queremos crer que ele (Guerra) se equivocou em suas críticas, provavelmente, porque não leu com atenção a matéria do Estado de São Paulo e não por razões afetas à política associativa como querem crer alguns", disse Mozart.

Assessoria de Imprensa

Associação dos Magistrados Brasileiros

 

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Assessora de Imprensa - Jaqueline Medeiros