Após rigorosa investigação realizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que nada foi comprovado quanto ao suposto envolvimento da juíza Janete Fadul de Oliveira na venda de sentenças investigado pela Operação Janus.
Segundo voto assinado pelo conselheiro do CNJ, Milton Augusto de Brito Nobre, não existe nenhuma prova do envolvimento da magistrada com o comércio de decisões judiciais como foi amplamente veiculado na época das investigações pelos jornais A Tarde, Correio, TV Bahia, TV Bandeirantes e Band News.
Neste passo, foi rechaçada a aplicação de aposentadoria compulsória à magistrada, aplicando-se tão somente a pena disciplinar de censura, em face de terem sido encontrados processos de sua relatoria em mãos de pessoa que não fazia parte do quadro de servidores do Judiciário, fato reconhecido pela juíza, que a todo tempo alegou sua boa fé.
FONTE: AMB
Instagram: @ampb_magistradospb
Facebook: @magistradospb
Youtube: AMPB no Youtube